quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E se de repente o problema não fosse apenas a natureza?

E se por acaso, a comoção não tenha vindo devido ao descaso humano quanto à própria vida, mas, sim do reconhecimento disso?!
O ‘humanismo’ (se for assim mesmo que possa ser reconhecida qualquer atitude aquém de uma espécie vulgarmente dita por racional), não fora e tão menos pudera ser tão forte e necessário quanto o dinheiro. E o porquê eu digo isso tudo?!
Não, infelizmente não foi em mais um acidente de transito ou em uma casa desmoronando que eu despertei e de fato ‘abri os olhos para o mundo’.
Despertei quando o silencio da natureza já se fazia ensurdecedor. Onde antes gritavam a liberdade, hoje se velam incontáveis espécies. Não de animais, não apenas isso, mas sim de vida.
Lugares onde antes havia arvores, hoje não têm mais seiva em seus veios, mas para a felicidade? Da nação, há estrada.
Como agradeço, por no mínimo poder não participar dessa guerra, ao menos não na infantaria, onde a tropa Hitleriana, (com todo o respeito que se dá a história), nada mais é do que a civilização.
Como me envergonho de ter atadas as mãos, como se o caos jamais fosse me alcançar.
Quisera Deus, e ainda bem, que eu não fosse apenas um cachorrinho. Pois acredite, eu não suportaria ter de estar feliz mesmo quando abandonado. Tão menos demonstrar no olhar tamanha fidelidade ao humano que me dá uma jaula de luxo na melhor das hipóteses e, ainda assim finge não ver que a natureza dá seus sinais nada sutis, há de se dizer.
Olhem, respeitem mais!
Ontem era ‘apenas mais um cachorro’ à sua porta. Hoje, os ventos tem os trazido com violência, as ondas também já os fazem companhia mesmo há km de distancia de nossas casas.
A Terra está enfurecida!
De seu interior a larva vem com brutalidade, de seu gelo faz-se água para que alcance todos os lugares.
Mas, nós não somos nada. E ainda que tão insignificantes, a MÃE-NATUREZA não poupa seus esforços à nos abalar. Não para nos destruir (embora o faça). Mas, para nos conscientizar. E o pior de tudo?!
Nós fingimos não ver nada disso por crer que poderemos reconstruir TUDO, mas as cédulas nada mais são do que a falsa impressão de emoção quando a humanidade sequer reconhece mais o que é sentimento.
Pense nisso!
Taiane Sabino de Barros

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Saber que não está sozinho!

Ter a sensação de poder e felicidade, lhe fazem bem até que se descubra a solidão e então perceba que não,o dinheiro jamais pagará tudo!
Eu sempre fui adepta fiel à famosa frase que diz: " Se dinheiro não traz felicidade, me dê o seu e seja feliz". Até que me encontrei na situação de mendigar por um pouco de companhia. E então eu descobri que amigos não tem preço. A pobreza do coração, é a pior que pode existir.

Pensemos que no sorriso de um amigo, você encontra paz! Nos braços abertos a te receber, sentimos o calor humano e o melhor conforto que podemos ter! Na lágrima, incrivelmente descobrimos nossas forças e nossa solidariedade!
E então respondam-me: em qual loja encontramos ou pagamos pela paz de um sorriso?! Pelo conforto de um abraço sincero?! Pela verdade de uma lágrima 'compreendida'?!

A vida tem valor, o humano que dela souber se aproveitar entenderá que um animal, pode ser mais amigo que o dinheiro. Que a natureza se reconstrói com sementes, não mais com cédulas. Que perdemos os valores por acreditar que os preços tem sempre de ser os mais altos para que de fato valham a pena.

Já chega!

É hora de compreender que o melhor de todos os empregos, pode não te pagar assim tão bem. Mas pode lhe dar em forma de VIDA o melhor que possa existir. É hora de entender que um amigo não se fará por idade, por nome, por status. Por nada. Mas sim, por aquela afinidade que há em pensamento, aquela compreensão que haverá independente da situação.

Se dá a partir daquilo que não sabemos explicar, simplesmente por ser IMPAGÁVEL!

Esse sim é o valor da vida. É acreditar que nem tudo tem seu preço. Mas, em tudo há um valor... encontre o seu!



"Os homens não tem mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não tem mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me." ( Saint Exupéry - O pequeno príncipe )